Sociedade Princesina de Ciências Astronômicas ®

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Lado escuro do Universo é posto em dúvida por astrônomos


Resumo por Cristopher Margraf

Pelos dados da radiação cósmica de fundo obtidos pelo WMAP, os astrônomos achavam que o universo teria 74% de energia escura, 22% de matéria escura e apenas 4% de matéria comum (formada por átomos). Mas um grupo de astrônomos descobriu agora que o WMAP não é tão preciso como se pensava antes, e que isso pode mudar toda a concepção que se tem atualmente. Talvez a energia e matéria escura nem mesmo existam!

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=energia-escura-materia-escura-nao-existir&id=010130101018

domingo, 17 de outubro de 2010

Gás frio explicaria crescimento das galáxias, afirmam cientistas

da France Presse via FOLHA.

Astrofísicos europeus anunciaram, em artigo publicado na revista científica britânica "Nature", ter conseguido solucionar um mistério sobre o crescimento das galáxias, que a partir de protoestruturas deram origem às gigantes de bilhões de estrelas da atualidade.

Segundo eles, as jovens galáxias se alimentaram do gás frio que as cercou depois do Big Bang para dar à luz novas estrelas, abrindo um novo caminho para se compreender a expansão do universo.

Análises de luz antiga, conhecida no jargão astronômico como "redshift" (desvio para o vermelho), indicam que as primeiras galáxias se formaram cerca de 13 bilhões de anos atrás, um bilhão de anos depois do Big Bang que deu origem ao universo.

Nos primeiros bilhões de anos que se seguiram ao Big Bang, a massa da maior parte das galáxias aumentou consideravelmente e entender como isto ocorreu é uma das maiores indagações dos astrofísicos.

Até agora, muitos especialistas acreditavam que as galáxias aumentaram de tamanho colidindo e fundindo-se entre si.

Mas uma teoria diferente argumenta que esta não seria a única resposta. Uma abordagem mais sutil também funcionaria. De acordo com este argumento, uma galáxia jovem sugaria o gás frio interestelar como matéria-prima para produzir novas estrelas.

Uma equipe de astrônomos pôs a ideia à prova, usando um espectrógrafo --equipamento que permite fazer a análise de luz-- no telescópio europeu VTL (Very Large Telescope), instalado no deserto do Atacama, no Chile.

Os astrônomos começaram por selecionar três galáxias muito distantes entre si, semelhantes à Via Láctea, com antiguidade estimada em cerca de 2 bilhões de anos depois do Big Bang, assegurando-se que não tenham tido contato com outras galáxias.

Posteriormente, observaram o centro destas três galáxias com o VTL e perceberam que seu coração continha elementos atômicos menos pesados que os de outras, apesar de formar estrelas vigorosamente.

Inversamente, o centro das galáxias mais próximas da nossa são abundantes em "elementos pesados", ou seja outros que não os gases hélio e hidrogênio.

Os dois gases constituíram a quase totalidade do universo após o Big Bang foi a partir desta matéria-prima que as primeiras estrelas formaram, por fusão nuclear, elementos pesados como oxigênio, nitrogênio e carbono, entre outras substâncias.

A descoberta sugere que a matéria que alimenta a geração de estrelas nas jovens galáxias procedeu do "gás primordial" que as cercava e que continha poucos elementos pesados.

"[Os resultados] são a primeira evidência direta de que a adição de gás primitivo realmente aconteceu e que foi suficiente para incentivar uma vigorosa formação estelar e o crescimento de galáxias maciças no jovem universo", explicou o chefe da equipe de cientistas, Giovanni Cresci, do Obseratório de Astrofísico Arcetri, na Itália.

Segundo o Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), a descoberta é "a maior prova, até agora, de que as jovens galáxias absorvem gás primitivo" e o utilizam como combustível para dar origem a novas estrelas.

"A descoberta terá um enorme impacto na nossa compreensão sobre a evolução do universo do Big Bang até os dias atuais", anunciou o ESO em um comunicado.

"As teorias sobre a formação das galáxias e sua evolução precisam ser reescritas", destacou.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Filmada aurora em Saturno

As imagens da aurora em Saturno ajudam os cientistas a entenderem melhor o fenômeno aqui na Terra. As imagens foram coletadas pela sonda Cassini, que está em órbita do planeta desde 2003.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Júpiter em maior aproximação dos últimos 50 anos




De hoje para amanhã Júpiter será o astro mais brilhante depois da Lua no céu noturno. Há quase 50 anos o planeta não apresenta a magnitude que apresentará hoje, que somente voltará a ocorrer em 2022. Trata-se da oposição do astro.
Observações são propícias não somente pela oposição, mas também pela facilidade de observar Urano, que está distando menos de 1 grau de Júpiter. Com telescópios de pequeno alcance pode-se contemplar facilmente os dois planetas. Urano se apresentará como uma estrela de magnitude 5.2 de cor azul, destacando-se entre outros astros. Ambos estão na constelação de Peixes.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Astronautas simulam viagem a Marte

Noite Internacional de Observação Lunar


O ano de 2009 marcou o ressurgimento do interesse pela Lua, neste sábado dia 18/09 ocorrerá a "Noite Internacional de Observação Lunar," um evento mundial organizado pela NASA, Observatório Gemini e a ONG Astrônomos Sem Fronteiras.
Além da Lua outros astros poderão ser observados como os planetas Vênus, Marte e Júpiter.
Foto Sergio Carbonar
Nikon D60 1/4000